Jurídico AI lança plataforma para gestão e inteligência do contencioso trabalhista para departamentos jurídicos.

Saiba mais
Direito Penal

Inquérito Policial: Como melhor auxiliar seus clientes nesse processo?

Larissa Santos Teles Larissa Santos Teles 05/02/2025 14 minutos
Entenda o inquérito policial, sua importância, e como advogados podem atuar com estratégias eficazes.
Inquérito Policial: Como melhor auxiliar seus clientes nesse processo?

O inquérito policial é uma das fases mais delicadas de um processo penal. Ele reúne os elementos iniciais para fundamentar a acusação e determinar se há elementos suficientes para abrir uma ação penal. 

Para os advogados, atuar nessa fase é crucial para proteger os direitos de seus clientes e garantir uma defesa eficaz. 

Neste texto, você entenderá o que é o inquérito policial, suas características, prazos, fases, e como os advogados podem atuar estrategicamente para obter os melhores resultados.

Leia também:

O que é um inquérito policial?

O inquérito policial (IP) é um procedimento administrativo conduzido pela autoridade policial, geralmente a polícia civil.

Sua instauração pretende investigar a ocorrência de um crime, identificar a autoria e coletar provas que possam fundamentar uma eventual ação penal. 

Ele não é um processo judicial, mas serve de base para que o Ministério Público ofereça denúncia ou solicite o arquivamento do caso.

O principal objetivo do inquérito policial é trazer clareza sobre os fatos e, ao mesmo tempo, assegurar que os direitos do investigado sejam respeitados durante a apuração.

JuridicoAI - Escreva peças processuais em minutos

Características do inquérito policial

O inquérito policial possui características específicas que moldam sua natureza e diferem de outras etapas processuais. 

Essas particularidades são fundamentais para entender sua condução e limites:

  1. Caráter Administrativo com formalidades:

O inquérito não é um processo judicial, mas sim um procedimento administrativo conduzido pela polícia judiciária. 

Sua função é coletar elementos que subsidiem o Ministério Público na decisão de oferecer (ou não) uma denúncia. 

Assim, não há partes em litígio como em um processo judicial, mas sim uma investigação unilateral.

E por se tratar de um procedimento administrativo, é necessário que ele se atenha a formalidades documentais, como dispõe o art. 9º do Código de Processo Penal (CPP):

“Art. 9º, CPP.  Todas as peças do inquérito policial serão, num só processado, reduzidas a escrito ou datilografadas e, neste caso, rubricadas pela autoridade.”

  1. Sigiloso:

A sigilosidade é uma característica importante para proteger a eficácia das investigações, evitando interferências externas ou manipulações. 

Por isso, o art. 20 do CPP impõe o sigilo do inquérito policial:

“Art. 20, CPP.  A autoridade assegurará no inquérito o sigilo necessário à elucidação do fato ou exigido pelo interesse da sociedade.”

Contudo, o direito do advogado de acessar as provas já documentadas no inquérito é garantido pela Súmula Vinculante 14 do STF:

“É direito do defensor, no interesse do representado, ter acesso amplo aos elementos de prova que, já documentados em procedimento investigatório realizado por órgão com competência de polícia judiciária, digam respeito ao exercício do direito de defesa.”

Esse acesso permite à defesa acompanhar o andamento do caso e adotar medidas estratégicas, sem comprometer a investigação.

  1. Prescindibilidade:

O inquérito policial é um meio para atingir um fim, não um objetivo em si. 

Ele serve como instrumento de apuração e coleta de provas, que serão usadas para embasar (ou não) uma ação penal. 

Assim, caso já haja uma coleta mínima de provas e informações, a instauração do inquérito pode ser dispensada. Confira:

“Art. 39, § 5º, CPP.  O órgão do Ministério Público dispensará o inquérito, se com a representação forem oferecidos elementos que o habilitem a promover a ação penal, e, neste caso, oferecerá a denúncia no prazo de quinze dias.”

  1. Discricionariedade:

A autoridade policial tem certa liberdade para decidir quais diligências são necessárias e como conduzi-las.

Os arts. 6º e 7º do CPP listam um rol exemplificativo com possíveis medidas tomadas frente a um inquérito policial.

Essa discricionariedade, contudo, deve respeitar os limites impostos pela legalidade e pela supervisão judicial, quando requerida.

  1. Inquisitorialidade:

O inquérito policial não segue plenamente os princípios do contraditório e da ampla defesa, que só são exigidos no processo judicial. 

Assim,  não é obrigatório que haja a presença de um advogado de defesa, como garante a Súmula Vinculante nº 5º do STF:

“A falta de defesa técnica por advogado no processo administrativo disciplinar não ofende a Constituição.”

  1. Oficialidade:

Essa característica garante que o inquérito policial seja presidido exclusivamente por autoridades oficiais, como delegados de polícia civil ou federal, conforme previsto no artigo 144, §§ 1º e 4º da Constituição Federal.

  1. Procedimento Oficioso:

Nos crimes de ação penal pública incondicionada, a autoridade policial deve obrigatoriamente instaurar o inquérito ao tomar conhecimento da infração, independentemente da vontade das partes. 

Já nos casos de ação penal condicionada ou privada, depende da representação ou manifestação da vítima.

  1. Indisponibilidade:

Após instaurado, o inquérito policial não pode ser arquivado pelo delegado, cabendo essa atribuição exclusivamente ao Ministério Público (art. 17 do CPP). 

Antes de instaurá-lo, porém, o delegado pode realizar uma verificação preliminar de informações (VPI), filtrando denúncias temerárias.

  1. Temporalidade:

O inquérito possui prazo para conclusão, conforme as circunstâncias do caso e a natureza da prisão do investigado. 

A duração excessiva sem justificativa pode ensejar constrangimento ilegal, sendo passível de trancamento judicial, nos termos do artigo 5º, LXXVIII, da CF/88.

Qual o prazo do inquérito policial?

Os prazos para a conclusão do inquérito policial dependem de diversos fatores, como a situação do investigado (preso ou solto) e a natureza do crime. 

Aqui estão os principais:

  • Crime Estadual Comum (Art. 10, CPP):

Réu Preso: 10 dias;

Réu Solto: 30 dias.

  • Crime Federal Comum (Art. 66, Lei nº 5.010/66 e art. 10, CPP):

Réu Preso: 15 dias, podendo ser prorrogado por mais 15 dias;

Réu Solto: 30 dias.

  • Crime contra a Economia Popular (Art. 10, §1° da Lei nº 1.521/51):

Réu Preso: 10 dias;

Réu Solto: 10 dias.

Réu Preso: 30 dias podendo ser prorrogado por mais 30 dias;

Réu Solto: 90 dias podendo ser prorrogado por mais 90 dias.

  • Inquéritos Militares (Art. 20, CPPM):

Réu Preso: 20 dias;

Réu Solto: 40 dias podendo ser prorrogado por mais 20 dias.

A atuação do advogado no monitoramento desses prazos é essencial para evitar a violação de direitos e atrasos indevidos no andamento do caso.

Quando é aberto um inquérito policial?

O inquérito policial pode ser instaurado em diferentes situações, como:

  • De ofício pela autoridade policial: Quando a polícia toma conhecimento de um crime de ação penal pública incondicionada;
  • Por requisição do Ministério Público ou do juiz: Em casos em que esses órgãos identificam a necessidade de apuração;
  • Por representação da vítima ou seu representante legal: Nos crimes de ação penal pública condicionada ou privada, a abertura do inquérito depende de um pedido formal da vítima;
  • Por auto de prisão em flagrante: Quando o inquérito se origina da prisão imediata de um suspeito no momento da prática criminosa.
Inquérito policial: atuação dos policiais nas investigações.

Fases de um inquérito policial

O inquérito policial (IP) se desenrola em fases que seguem uma sequência lógica de apuração dos fatos. Essas etapas são:

Instauração:

No caso do inquérito instaurado pela autoridade policial, o  primeiro ato é sua portaria de instauração, elaborada pela autoridade policial. 

Essa portaria é fundamentada na notícia da ocorrência de um crime, que pode ser recebida por diferentes meios, como:

  • Boletim de ocorrência;
  • Denúncia formal feita por terceiros;
  • Queixa-crime, no caso de crimes de ação penal privada;
  • Auto de prisão em flagrante, nos casos em que o delito é constatado no momento do ato ou imediatamente após.

Assim que a autoridade policial toma conhecimento dos fatos, deve instaurar o IP para dar início às investigações.

Investigação preliminar:

Com o IP instaurado, inicia-se a fase de investigação preliminar, na qual a autoridade policial busca reunir elementos de prova. 

Esse trabalho investigativo pode incluir:

  • Coleta de evidências físicas;
  • Depoimentos de testemunhas, vítimas e investigados;
  • Perícias técnicas, como exame de local de crime, balística ou DNA;
  • Busca e apreensão, para localizar objetos ou documentos relevantes.

O objetivo é coletar indícios suficientes para esclarecer a materialidade (existência do crime) e a autoria (quem praticou o ato) do crime.

Diligências:

Após a coleta preliminar de provas, pode haver necessidade de realizar diligências específicas para complementar as investigações. 

Essas diligências incluem medidas mais invasivas, como:

Para que sejam realizadas, em regra, essas diligências precisam ser previamente autorizadas pelo Poder Judiciário, mediante um pedido fundamentado, no qual a autoridade policial justifica sua necessidade e relevância para o caso.

Prisão temporária e preventiva:

Quando as investigações demandam, a autoridade policial pode solicitar ao juiz medidas cautelares, como:

  • Prisão temporária: aplicável durante a fase investigativa, em casos de crimes graves e com prazo limitado, para garantir o andamento da apuração.
  • Prisão preventiva: utilizada para proteger a ordem pública, assegurar a aplicação da lei penal ou evitar a interferência do investigado no caso.

Atenção! A prisão em flagrante é a única modalidade que não depende de ordem judicial e pode ser realizada diretamente pela polícia quando o investigado é surpreendido cometendo o crime ou logo após.

Conclusão e relatório policial:

Finalizadas as investigações, a autoridade policial elabora um relatório final no qual:

  • Descreve as diligências realizadas e os resultados obtidos;
  • Apresenta as provas coletadas;
  • Opina pelo indiciamento (quando há indícios de autoria) ou pelo arquivamento (quando não há elementos suficientes).

O relatório é encaminhado ao Ministério Público, que dará sequência ao procedimento.

Análise do Ministério Público:

Recebido o inquérito policial, o Ministério Público (MP) tem autonomia para decidir sobre o prosseguimento. 

Suas opções incluem:

  • Oferecer denúncia, iniciando o processo penal, caso considere os elementos suficientes;
  • Requerer diligências complementares, caso entenda que as provas ainda são insuficientes;
  • Propor o arquivamento, quando conclui que não há justa causa para a ação penal.

Decisão Judicial:

Quando o MP oferece a denúncia ao juiz, este analisará se os elementos apresentados são suficientes para instaurar o processo penal. 

Há duas possibilidades:

  • Aceitação da denúncia: ocorre quando o juiz verifica que há justa causa para a ação penal, dando início ao processo.
  • Rejeição da denúncia: ocorre quando o juiz considera insuficientes as provas apresentadas, podendo arquivar o caso.

Atuação dos advogados na fase de inquérito policial

A presença de um advogado nessa fase é essencial para proteger os direitos do investigado e atuar estrategicamente. 

As principais atividades incluem:

  • Acompanhamento de depoimentos: Pode acompanhar os depoimentos para garantir que o investigado não seja coagido ou induzido a produzir prova contra si;
  • Solicitação de diligências: Pedindo produção de provas que possam ser favoráveis à defesa;
  • Monitoramento das provas: Verificando se foram obtidas de forma lícita, para evitar nulidades futuras;
  • Garantia do acesso aos autos: Mesmo que o inquérito seja sigiloso, o advogado pode acessar os elementos já documentados;
  • Prevenção de abusos: Atuando para evitar violações de direitos, como prisões arbitrárias ou prazos excessivos;
  • Conhecimento para elaboração de peças: No caso de inquéritos instaurados a partir de Queixas-Crime, é possível que o advogado reúna ainda mais informações para elaborar um boa Resposta à Acusação.

Quer garantir uma acusação ou uma defesa sólida em minutos? 

Conheça nossas funcionalidades de “Queixa-Crime” e “Resposta à Acusação”: Elabore peças criminais em segundos com o auxílio da IA sem perder a qualidade.

Faça o teste grátis da nossa Inteligência Artificial para advogados e otimize sua rotina!

Dicas para dar para os seus clientes durante o inquérito policial

Aqui estão algumas orientações valiosas que os advogados podem repassar aos seus clientes:

  1. Direito ao silêncio: Esclareça que o investigado tem o direito de permanecer em silêncio, sem que isso seja interpretado como confissão;
  2. Evitar declarações espontâneas: Oriente o cliente a não fornecer informações sem sua presença;
  3. Colaboração sem autoincriminação: Incentive a colaboração apenas nos limites da lei, sem comprometer sua defesa;
  4. Preservação de documentos: Oriente o cliente a guardar e apresentar documentos que possam ser usados como prova a seu favor;
  5. Tranquilidade emocional: Explique o processo e mantenha o cliente informado para reduzir o impacto emocional do inquérito.

O inquérito policial como primeira linha de defesa: Seu papel é decisivo

A fase de inquérito policial é o ponto de partida para a construção de uma boa defesa no processo penal. 

É nesse momento que o advogado tem a oportunidade de assegurar que os direitos do cliente sejam respeitados, identificar falhas na investigação e criar uma base sólida para enfrentar as etapas seguintes.

Com uma atuação estratégica, que inclui o acompanhamento próximo das investigações, a análise criteriosa das provas e a solicitação de diligências essenciais, o advogado pode não apenas proteger o cliente de eventuais arbitrariedades, mas também influenciar positivamente o rumo do caso.

Lembre-se: a defesa começa antes mesmo da denúncia ser formalizada. 

O conhecimento profundo sobre o inquérito policial e uma abordagem proativa fazem toda a diferença para garantir justiça e uma defesa eficaz.

Confira o artigo sobre os Crimes Inafiançáveis no Ordenamento Jurídico Brasileiro: Guia Prático para Advogados

JuridicoAI - Escreva peças processuais em minutos

O que acontece após o inquérito policial?

A polícia envia o inquérito ao Ministério Público (MP), que pode:

– Oferecer denúncia para iniciar o processo penal;
– Pedir novas diligências;
– Solicitar o arquivamento, sujeito à aprovação do Judiciário.

Quando o boletim de ocorrência vira inquérito?

O BO vira inquérito quando a autoridade policial identifica indícios de crime ou quando solicitado pelo Ministério Público ou Poder Judiciário. Nem todo BO gera inquérito.

Quanto tempo o inquérito vira processo?

Se o investigado está preso, o inquérito deve ser concluído em 10 dias; em liberdade, 30 dias (prorrogáveis). Após o envio ao MP, o processo penal inicia se houver denúncia aceita pelo juiz.

Quem pode arquivar o inquérito policial?

A polícia não arquiva inquéritos. O Ministério Público pode solicitar o arquivamento, mas a decisão final cabe ao juiz.

Larissa Santos Teles Larissa Santos Teles 05/02/2025

Notícias mais lidas

Direito Civil

  1. 1 Art. 231 do CPC: quando começa o prazo nas citações e intimações 07/10/26 → Ler artigo
  2. 2 Art. 85 do CPC: entenda os honorários de sucumbência! 07/10/26 → Ler artigo
  3. 3 Art. 487 do CPC: o que analisar na decisão de mérito? 07/10/26 → Ler artigo
  4. 4 Lei 9.099/95: principais artigos e como funcionam os Juizados Especiais 07/10/26 → Ler artigo
  5. 5 Art. 784 do CPC: o que conferir antes de executar uma dívida? 07/10/26 → Ler artigo
  6. 6 Estatuto do Idoso: quais são os direitos garantidos? 07/10/26 → Ler artigo
  7. 7 Juntada de petição: como analisar o processo e preparar a manifestação 07/10/26 → Ler artigo
  8. 8 Acordos judiciais: cláusulas essenciais para prevenir novos conflitos 07/10/26 → Ler artigo
  9. 9 38 anos da Constituição Federal: uma história de democracia e direitos 05/10/26 → Ler artigo
  10. 10 STF cria novas regras para petições em processos em andamento 02/10/26 → Ler artigo

Direito Penal

  1. 1 Art. 121 do Código Penal: entenda o homicídio e suas principais modalidades 07/10/26 → Ler artigo
  2. 2 Art. 157 do CP: roubo majorado, latrocínio e teses de defesa 07/10/26 → Ler artigo
  3. 3 Alegações finais no CPP: prazos e como elaborar 01/10/26 → Ler artigo
  4. 4 Cárcere privado: requisitos, penas e atuação do advogado 30/09/26 → Ler artigo
  5. 5 Legítima defesa: requisitos, excesso e atuação do advogado 29/09/26 → Ler artigo
  6. 6 Réu primário: o que significa e como afeta o processo penal? 21/09/26 → Ler artigo
  7. 7 Dosimetria da pena: como calcular as três fases e evitar erros 21/09/26 → Ler artigo
  8. 8 Lei nº 7.492/1986: Crimes contra o Sistema Financeiro Nacional 14/09/26 → Ler artigo
  9. 9 Contagem de Prazo no CPP: Como funciona? 09/09/26 → Ler artigo
  10. 10 Direito Penal: 5 modelos essenciais para atuação 02/09/26 → Ler artigo

Notícias sobre Direito

  1. 1 Penhora de salário: STJ admite medida para pagar dívidas não alimentares 02/10/26 → Ler artigo
  2. 2 STJ aprova novas custas judiciais: veja valores para 2027 26/09/26 → Ler artigo
  3. 3 Lula assina MP que proíbe bets: veja os prazos e como recuperar o dinheiro 26/09/26 → Ler artigo
  4. 4 Anac atualiza regras para atraso e cancelamento de voos 24/09/26 → Ler artigo
  5. 5 STF equipara licença-maternidade de mães biológicas e adotivas: o que muda? 24/09/26 → Ler artigo
  6. 6 TST define quando trabalhador pode perder direito de cobrar dívida trabalhista 23/09/26 → Ler artigo
  7. 7 CNJ adia para 2027 novas regras para acelerar execuções judiciais 22/09/26 → Ler artigo
  8. 8 STJ define critérios para devolução em dobro de cobrança indevida [Tema 929] 17/09/26 → Ler artigo
  9. 9 Anuidade da OAB pode ser limitada a R$ 250? Entenda o projeto 17/09/26 → Ler artigo
  10. 10 TST autoriza pagamento de custas sem ser no Banco do Brasil e na Caixa 17/09/26 → Ler artigo

Jurídico

  1. 1 O que significa processo concluso para julgamento? 07/10/26 → Ler artigo
  2. 2 Como preparar o cliente para audiência: orientações para advogados 06/10/26 → Ler artigo
  3. 3 Gestão financeira para advogados: como organizar o escritório 06/10/26 → Ler artigo
  4. 4 Constituição Federal: artigos essenciais para a prática jurídica 05/10/26 → Ler artigo
  5. 5 Jurídico Academy: aulas ao vivo sobre IA para advogados e escritórios 02/10/26 → Ler artigo
  6. 6 CNPJ técnico para advogados: quem precisa e o que muda em 2027 01/10/26 → Ler artigo
  7. 7 Como dividir as tarefas em um escritório de advocacia 30/09/26 → Ler artigo
  8. 8 Tipografia jurídica: como criar petições claras e bem organizadas 29/09/26 → Ler artigo
  9. 9 Escritório inteligente: o que é e como funciona na advocacia 27/09/26 → Ler artigo
  10. 10 Skills do Claude para advogados: 5 skills prontas para copiar e usar 25/09/26 → Ler artigo

Recentemente publicadas

  • Capa sobre o art. 231 do CPC e o início do prazo processual, com calendário, relógio e documentos nas laterais.
    Direito Civil

    Art. 231 do CPC: quando começa o prazo nas citações e intimações

    Confira o início dos prazos em cada forma de comunicação e conheça o monitoramento da Jurídico AI para acompanhar movimentações e organizar suas pendências.

    → Ler artigo
    7 out, 2026
  • O que significa processo concluso para julgamento
    Jurídico

    O que significa processo concluso para julgamento?

    Processo concluso para julgamento significa que os autos foram encaminhados ao juiz para análise. Entenda o que acontece nessa etapa e como acompanhar o caso.

    → Ler artigo
    7 out, 2026
  • Art. 85 do CPC os honorários de sucumbência
    Direito Civil

    Art. 85 do CPC: entenda os honorários de sucumbência!

    Entenda como o art. 85 CPC regula o honorário sucumbenciais. Nossa análise completa traz tudo o que você precisa saber sobre esse tema.

    → Ler artigo
    7 out, 2026
  • Homicídio doloso
    Direito Penal

    Art. 121 do Código Penal: entenda o homicídio e suas principais modalidades

    Entenda o homicídio doloso, tipos de dolo e diferenças com outros crimes. Descubra atenuantes e aspectos legais essenciais.

    → Ler artigo
    7 out, 2026
  • Capa sobre o art. 487 do CPC, com documento destacado em roxo, caneta e notebook exibindo uma análise documental.
    Direito Civil

    Art. 487 do CPC: o que analisar na decisão de mérito?

    Confira o que analisar na decisão de mérito antes de recorrer e veja como a Jurídico AI pode ajudar a enfrentar os fundamentos e elaborar a peça adequada.

    → Ler artigo
    7 out, 2026

Modelos Jurídicos

Veja mais
  • 6 out, 2026
    Modelo de Alegações Finais Orais e Remissivas Cível

    Modelo de Alegações Finais Orais e Remissivas Cível

    Modelo de Alegações Finais Orais e Remissivas Cível para sintetizar teses e provas após a instrução processual, com opções para autor e réu.

    → Ler artigo
  • 6 out, 2026
    Modelo de Agravo Interno Trabalhista

    Modelo de Agravo Interno Trabalhista

    Modelo de Agravo Interno Trabalhista para impugnar decisão monocrática de relator em Tribunal do Trabalho, buscando retratação ou julgamento pelo órgão colegiado.

    → Ler artigo
  • 6 out, 2026
    Modelo de Agravo de Instrumento contra Alimentos Provisórios

    Modelo de Agravo de Instrumento contra Alimentos Provisórios

    Modelo de Agravo de Instrumento contra Alimentos Provisórios para impugnar decisões interlocutórias e reduzir a verba alimentar com base na capacidade financeira do alimentante.

    → Ler artigo

Nossos produtos

  • Plataforma Jurídico AI para advogados Para advogados e escritórios

    IA para geração de peças e acompanhamento de casos

    Redação de peças, pesquisa de jurisprudência, transcrição de audiências e acompanhamento de casos. Com o seu tom de voz e o seu timbrado.

    Conhecer o produto
  • Plataforma Jurídico AI para departamentos jurídicos Para departamentos jurídicos

    IA para gestão do contencioso trabalhista

    Análise de processos, identificação de riscos e automação das rotinas do jurídico interno.

    Conhecer o produto