Jurídico AI lança plataforma para gestão e inteligência do contencioso trabalhista para departamentos jurídicos.

Saiba mais
Direito Civil

Declaração de Hipossuficiência: Guia completo com modelo

Jamile Cruz Jamile Cruz 04/09/2026 12 minutos
A declaração de hipossuficiência é um documento simples, mas essencial para garantir o acesso à justiça gratuita e outros benefícios legais. Neste guia, você vai entender o que é, quem pode fazer, onde utilizar e terá um modelo pronto para baixar.
Declaração de Hipossuficiência: Guia completo com modelo

No exercício da advocacia, a declaração de hipossuficiência é essencial para assegurar a justiça gratuita a quem não possui recursos, isentando do pagamento de custas, honorários e outras despesas processuais.

Neste artigo, abordaremos de forma clara e prática o que é a declaração de hipossuficiência, quem pode requerê-la, como elaborá-la e sua aplicação, além de disponibilizar um modelo pronto para facilitar seu uso no dia a dia profissional.

Gerador de Contratos para Empresas: mais agilidade e eficiência na gestão contratual

O que é declaração de hipossuficiência?

A declaração de hipossuficiência, também conhecida como declaração de pobreza, é um documento formal no qual a pessoa afirma não ter condições financeiras para arcar com custas processuais, despesas judiciais e honorários advocatícios, sem comprometer o próprio sustento e o de sua família.


O Código de Processo Civil disciplina o tema no Art. 98, que estabelece:

“Art. 98, Lei nº 13.105/2015 (CPC) – A pessoa natural ou jurídica, brasileira ou estrangeira, com insuficiência de recursos para pagar as custas, as despesas processuais e os honorários advocatícios tem direito à gratuidade da justiça, na forma da lei.
§ 1º A gratuidade da justiça compreende:
I – as taxas ou as custas judiciais;
II – os selos postais;
III – as despesas com publicação na imprensa oficial, dispensando-se a publicação em outros meios;
IV – a indenização devida à testemunha que, quando empregada, receberá do empregador salário integral, como se em serviço estivesse;
V – as despesas com a realização de exame de código genético – DNA e de outros exames considerados essenciais;
VI – os honorários do advogado e do perito e a remuneração do intérprete ou do tradutor nomeado para apresentação de versão em português de documento redigido em língua estrangeira;
VII – o custo com a elaboração de memória de cálculo, quando exigida para instauração da execução;
VIII – os depósitos previstos em lei para interposição de recurso, para propositura de ação e para a prática de outros atos processuais inerentes ao exercício da ampla defesa e do contraditório;
IX – os emolumentos devidos a notários ou registradores em decorrência da prática de registro, averbação ou qualquer outro ato notarial necessário à efetivação de decisão judicial ou à continuidade de processo judicial no qual o benefício tenha sido concedido.”

Além do CPC, a Lei nº 1.060/1950, conhecida como Lei da Assistência Judiciária, também trata da concessão de gratuidade da justiça e estabelece critérios para o seu deferimento

Essa garantia decorre diretamente do art. 5º, inciso LXXIV, da CF que assegura a prestação de assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos.

Assim, garantindo que pessoas sem condições financeiras possam acessar o Judiciário de forma plena. 

ChatGPT para Advogados: clique e simplifique sua pesquisa jurídica.

Como fazer uma declaração de hipossuficiência

Para fazer a declaração, basta redigir um texto simples, declarando que não possui condições de arcar com as despesas do processo sem prejuízo ao próprio sustento e ao da família.

Com a nova orientação fixada pelo STF na ADC 80, a declaração deve ser analisada de acordo com a renda da parte.

Para quem possui renda mensal de até R$ 5 mil, há presunção relativa de insuficiência de recursos. Acima desse valor, a declaração, isoladamente, não é suficiente, sendo necessária a demonstração concreta da incapacidade de arcar com as despesas processuais.

O documento deve conter:

  • Identificação completa da pessoa;
  • Afirmação expressa da incapacidade financeira;
  • Assinatura do declarante;
  • Data e local.

O advogado poderá incluir a declaração no processo e, especialmente quando a renda ultrapassar R$ 5 mil, apresentar documentos capazes de demonstrar a insuficiência de recursos. Caberá ao juiz analisar as circunstâncias do caso e decidir sobre a concessão da justiça gratuita.

Confira outros modelos disponíveis em nosso blog:
Modelo de usucapião extraordinária
Modelo de agravo de instrumento
Modelo de Emenda à Inicial
Modelo de Mandado de Segurança

Modelo de declaração de hipossuficiência

Quem pode fazer a declaração de hipossuficiência?

Qualquer pessoa que não tenha recursos suficientes para pagar as custas processuais e honorários advocatícios pode fazer a declaração.

São consideradas hipossuficientes aquelas que se encontram em situação de carência econômica ou ausência de recursos para o próprio sustento.

Além disso, de acordo com a Súmula 481 do STJ, é possível que pessoa jurídica também faça declaração de hipossuficiência, desde que comprove documentalmente sua impossibilidade financeira. Confira:

“Súmula 481/STJ: Faz jus ao benefício da justiça gratuita a pessoa jurídica com ou sem fins lucrativos que demonstrar sua impossibilidade de arcar com os encargos processuais.”

JuridicoAI - Escreva peças processuais em minutos

Onde utilizar a declaração de hipossuficiência?

A declaração é utilizada em processos judiciais, tanto para quem entra com uma ação quanto para quem responde a um processo.

Se aceita pelo juiz, o beneficiário da justiça gratuita fica dispensado de pagar custas, despesas com recursos e taxas relacionadas ao processo.

No entanto, caso a situação financeira melhore dentro de 5 anos após o trânsito em julgado, a parte contrária poderá pedir a revogação do benefício e cobrar as custas retroativamente (art. 98, §3° do CPC).

Requisitos e Documentos Importantes para Anexar à Declaração

Após o julgamento da ADC 80 pelo STF, a análise da declaração de hipossuficiência deve observar a renda mensal da parte.

Para quem recebe até R$ 5 mil, existe presunção relativa de insuficiência de recursos. Já para quem recebe acima desse valor, é necessário apresentar elementos concretos que demonstrem a impossibilidade de arcar com as despesas processuais.

No entanto, na prática, muitos juízes exigem documentos que comprovem a situação de hipossuficiência, tais como:

  • Carteira de Trabalho (comprovação de desemprego ou baixa remuneração);
  • Extratos bancários dos últimos três meses;
  • Certidão do Serasa/SPC para demonstrar endividamento;
  • Comprovantes de empréstimos ou financiamentos;
  • Extrato de cartão de crédito (principalmente se o limite for baixo);
  • Declaração de Imposto de Renda (ou declaração de isenção, se aplicável).

Modelo de declaração de hipossuficiência

DECLARAÇÃO DE HIPOSSUFICIÊNCIA ECONÔMICA

Eu, [NOME COMPLETO], [nacionalidade], [estado civil], [profissão], portador(a) do CPF nº [número] e RG nº [número], residente e domiciliado(a) em [endereço completo], DECLARO, sob as penas da lei, que não disponho de recursos financeiros suficientes para arcar com as custas, despesas processuais e honorários advocatícios sem comprometer meu sustento e o de minha família.

Diante disso, requeiro a concessão dos benefícios da justiça gratuita, nos termos do art. 5º, inciso LXXIV, da Constituição Federal e dos arts. 98 e seguintes do Código de Processo Civil.

Declaro, ainda, estar ciente de que, caso necessário, poderei ser chamado(a) a apresentar documentos destinados à comprovação da minha insuficiência de recursos, especialmente quando não estiver abrangido(a) pela presunção relativa estabelecida pela jurisprudência aplicável.

Declaro, para que produza os efeitos legais, a veracidade das informações aqui prestadas.

[Local], [dia] de [mês] de [ano].

[NOME COMPLETO DO(A) DECLARANTE]

Como automatizar petições jurídicas?

Qual é o limite de renda para a Justiça gratuita após a decisão do STF?

Na ADC 80, o STF fixou R$ 5 mil de renda mensal como parâmetro para a presunção relativa de insuficiência de recursos. Assim, quem recebe até esse valor pode ter a hipossuficiência presumida, embora o benefício possa ser afastado caso existam elementos que demonstrem capacidade financeira.

Para quem recebe acima de R$ 5 mil, a declaração de hipossuficiência, sozinha, não é suficiente. Nesse caso, será necessário demonstrar concretamente a impossibilidade de arcar com as despesas processuais.

Os critérios definidos pelo STF deverão ser aplicados aos processos ajuizados após a publicação da ata do julgamento de mérito da ADC 80 e alcançam os diferentes ramos do Poder Judiciário, com exceção dos Juizados Especiais.

Confira nosso artigo sobre: STF fixa R$ 5 mil como parâmetro para concessão da Justiça gratuita

Como o Jurídico AI pode facilitar a elaboração de peças jurídicas

A tecnologia tem transformado a prática advocatícia, tornando rotinas mais ágeis e eficientes. 

Com o Jurídico AI, você tem acesso a uma ampla variedade de peças processuais elaboradas com rigor técnico e atualizadas conforme a legislação vigente. 

Assim, o Jurídico AI é um recurso valioso para advogados que buscam otimizar seu trabalho, aumentar a produtividade e garantir qualidade na defesa dos interesses dos clientes.

JuridicoAI - Escreva peças processuais em minutos

Perguntas Frequentes

O que é a declaração de hipossuficiência?

A declaração de hipossuficiência é um documento formal no qual o requerente afirma não possuir condições financeiras para arcar com as despesas processuais, custas judiciais e honorários advocatícios, sem comprometer seu sustento próprio e o de sua família. Ela é o meio pelo qual a parte solicita o benefício da justiça gratuita previsto no Art. 98 do Código de Processo Civil e na Lei nº 1.060/1950.

Quem tem direito a declarar hipossuficiência?

Qualquer pessoa natural ou jurídica que demonstre insuficiência de recursos financeiros para custear as despesas do processo pode requerer a declaração de hipossuficiência.

Como provar a hipossuficiência?

Apesar de a declaração escrita pelo próprio interessado ser suficiente para o pedido de justiça gratuita, na prática, juízes frequentemente solicitam documentos comprobatórios que evidenciem a incapacidade financeira. Entre os documentos mais comuns estão: comprovantes de renda, extratos bancários, carteira de trabalho, certidões negativas de crédito (como Serasa ou SPC) e declarações de isenção do imposto de renda. Essas provas visam assegurar a veracidade da alegação.

Qual a renda para hipossuficiência?

Não há um valor fixo estabelecido em lei para definir a hipossuficiência, pois essa avaliação é feita caso a caso pelo juiz, considerando a realidade econômica do requerente.

Como posso declarar minha pobreza?

A declaração de pobreza, ou hipossuficiência, deve ser redigida de forma clara e objetiva, contendo a identificação completa do declarante, a afirmação de que não possui condições financeiras para arcar com as despesas do processo, e a assinatura do interessado. Este documento deve ser anexado ao processo judicial para análise do juiz, que decidirá sobre a concessão da justiça gratuita.

O que significa “declaração de hipossuficiência”?

Significa uma declaração feita por pessoa física ou jurídica afirmando que não possui recursos financeiros suficientes para custear despesas judiciais, sem prejuízo de seu sustento próprio e de sua família, possibilitando assim o acesso gratuito à justiça.

Qual a renda máxima para conseguir justiça gratuita?

A legislação não prevê um teto exato para a concessão da justiça gratuita. O critério principal é a demonstração da impossibilidade de arcar com as despesas do processo.

Qual é o sinônimo de hipossuficiência?

Os termos mais usados como sinônimos de hipossuficiência são: pobreza, insuficiência econômica, carência financeira e vulnerabilidade econômica.

Quem tem direito à declaração de pobreza para casamento?

No âmbito do casamento, a declaração de pobreza pode ser requerida por qualquer pessoa que comprove não possuir recursos financeiros para arcar com as custas e despesas relacionadas ao processo de habilitação matrimonial ou à celebração do casamento civil. Geralmente, esse benefício é concedido a pessoas de baixa renda, desempregados ou vulneráveis economicamente, para garantir o direito ao casamento independentemente da situação financeira.

Jamile Cruz Jamile Cruz 04/09/2026

Graduanda em Direito e Marketing, pós-graduada em Direito Civil e Direito Digital. Possui experiência na redação de peças processuais, produção de conteúdo jurídico e SEO. É pesquisadora na área de Inteligência Artificial e Direito, com interesse nos impactos e desafios da tecnologia no sistema de Justiça. Inscrita na OAB/BA como estagiária, sob o nº 33984E

Notícias mais lidas

Direito Civil

  1. 1 Art. 231 do CPC: quando começa o prazo nas citações e intimações 07/10/26 → Ler artigo
  2. 2 Art. 85 do CPC: entenda os honorários de sucumbência! 07/10/26 → Ler artigo
  3. 3 Art. 487 do CPC: o que analisar na decisão de mérito? 07/10/26 → Ler artigo
  4. 4 Lei 9.099/95: principais artigos e como funcionam os Juizados Especiais 07/10/26 → Ler artigo
  5. 5 Art. 784 do CPC: o que conferir antes de executar uma dívida? 07/10/26 → Ler artigo
  6. 6 Estatuto do Idoso: quais são os direitos garantidos? 07/10/26 → Ler artigo
  7. 7 Juntada de petição: como analisar o processo e preparar a manifestação 07/10/26 → Ler artigo
  8. 8 Acordos judiciais: cláusulas essenciais para prevenir novos conflitos 07/10/26 → Ler artigo
  9. 9 38 anos da Constituição Federal: uma história de democracia e direitos 05/10/26 → Ler artigo
  10. 10 STF cria novas regras para petições em processos em andamento 02/10/26 → Ler artigo

Direito Penal

  1. 1 Art. 121 do Código Penal: entenda o homicídio e suas principais modalidades 07/10/26 → Ler artigo
  2. 2 Art. 157 do CP: roubo majorado, latrocínio e teses de defesa 07/10/26 → Ler artigo
  3. 3 Alegações finais no CPP: prazos e como elaborar 01/10/26 → Ler artigo
  4. 4 Cárcere privado: requisitos, penas e atuação do advogado 30/09/26 → Ler artigo
  5. 5 Legítima defesa: requisitos, excesso e atuação do advogado 29/09/26 → Ler artigo
  6. 6 Réu primário: o que significa e como afeta o processo penal? 21/09/26 → Ler artigo
  7. 7 Dosimetria da pena: como calcular as três fases e evitar erros 21/09/26 → Ler artigo
  8. 8 Lei nº 7.492/1986: Crimes contra o Sistema Financeiro Nacional 14/09/26 → Ler artigo
  9. 9 Contagem de Prazo no CPP: Como funciona? 09/09/26 → Ler artigo
  10. 10 Direito Penal: 5 modelos essenciais para atuação 02/09/26 → Ler artigo

Notícias sobre Direito

  1. 1 Penhora de salário: STJ admite medida para pagar dívidas não alimentares 02/10/26 → Ler artigo
  2. 2 STJ aprova novas custas judiciais: veja valores para 2027 26/09/26 → Ler artigo
  3. 3 Lula assina MP que proíbe bets: veja os prazos e como recuperar o dinheiro 26/09/26 → Ler artigo
  4. 4 Anac atualiza regras para atraso e cancelamento de voos 24/09/26 → Ler artigo
  5. 5 STF equipara licença-maternidade de mães biológicas e adotivas: o que muda? 24/09/26 → Ler artigo
  6. 6 TST define quando trabalhador pode perder direito de cobrar dívida trabalhista 23/09/26 → Ler artigo
  7. 7 CNJ adia para 2027 novas regras para acelerar execuções judiciais 22/09/26 → Ler artigo
  8. 8 STJ define critérios para devolução em dobro de cobrança indevida [Tema 929] 17/09/26 → Ler artigo
  9. 9 Anuidade da OAB pode ser limitada a R$ 250? Entenda o projeto 17/09/26 → Ler artigo
  10. 10 TST autoriza pagamento de custas sem ser no Banco do Brasil e na Caixa 17/09/26 → Ler artigo

Jurídico

  1. 1 O que significa processo concluso para julgamento? 07/10/26 → Ler artigo
  2. 2 Como preparar o cliente para audiência: orientações para advogados 06/10/26 → Ler artigo
  3. 3 Gestão financeira para advogados: como organizar o escritório 06/10/26 → Ler artigo
  4. 4 Constituição Federal: artigos essenciais para a prática jurídica 05/10/26 → Ler artigo
  5. 5 Jurídico Academy: aulas ao vivo sobre IA para advogados e escritórios 02/10/26 → Ler artigo
  6. 6 CNPJ técnico para advogados: quem precisa e o que muda em 2027 01/10/26 → Ler artigo
  7. 7 Como dividir as tarefas em um escritório de advocacia 30/09/26 → Ler artigo
  8. 8 Tipografia jurídica: como criar petições claras e bem organizadas 29/09/26 → Ler artigo
  9. 9 Escritório inteligente: o que é e como funciona na advocacia 27/09/26 → Ler artigo
  10. 10 Skills do Claude para advogados: 5 skills prontas para copiar e usar 25/09/26 → Ler artigo

Recentemente publicadas

  • Capa sobre o art. 231 do CPC e o início do prazo processual, com calendário, relógio e documentos nas laterais.
    Direito Civil

    Art. 231 do CPC: quando começa o prazo nas citações e intimações

    Confira o início dos prazos em cada forma de comunicação e conheça o monitoramento da Jurídico AI para acompanhar movimentações e organizar suas pendências.

    → Ler artigo
    7 out, 2026
  • O que significa processo concluso para julgamento
    Jurídico

    O que significa processo concluso para julgamento?

    Processo concluso para julgamento significa que os autos foram encaminhados ao juiz para análise. Entenda o que acontece nessa etapa e como acompanhar o caso.

    → Ler artigo
    7 out, 2026
  • Art. 85 do CPC os honorários de sucumbência
    Direito Civil

    Art. 85 do CPC: entenda os honorários de sucumbência!

    Entenda como o art. 85 CPC regula o honorário sucumbenciais. Nossa análise completa traz tudo o que você precisa saber sobre esse tema.

    → Ler artigo
    7 out, 2026
  • Homicídio doloso
    Direito Penal

    Art. 121 do Código Penal: entenda o homicídio e suas principais modalidades

    Entenda o homicídio doloso, tipos de dolo e diferenças com outros crimes. Descubra atenuantes e aspectos legais essenciais.

    → Ler artigo
    7 out, 2026
  • Capa sobre o art. 487 do CPC, com documento destacado em roxo, caneta e notebook exibindo uma análise documental.
    Direito Civil

    Art. 487 do CPC: o que analisar na decisão de mérito?

    Confira o que analisar na decisão de mérito antes de recorrer e veja como a Jurídico AI pode ajudar a enfrentar os fundamentos e elaborar a peça adequada.

    → Ler artigo
    7 out, 2026

Modelos Jurídicos

Veja mais
  • 6 out, 2026
    Modelo de Alegações Finais Orais e Remissivas Cível

    Modelo de Alegações Finais Orais e Remissivas Cível

    Modelo de Alegações Finais Orais e Remissivas Cível para sintetizar teses e provas após a instrução processual, com opções para autor e réu.

    → Ler artigo
  • 6 out, 2026
    Modelo de Agravo Interno Trabalhista

    Modelo de Agravo Interno Trabalhista

    Modelo de Agravo Interno Trabalhista para impugnar decisão monocrática de relator em Tribunal do Trabalho, buscando retratação ou julgamento pelo órgão colegiado.

    → Ler artigo
  • 6 out, 2026
    Modelo de Agravo de Instrumento contra Alimentos Provisórios

    Modelo de Agravo de Instrumento contra Alimentos Provisórios

    Modelo de Agravo de Instrumento contra Alimentos Provisórios para impugnar decisões interlocutórias e reduzir a verba alimentar com base na capacidade financeira do alimentante.

    → Ler artigo

Nossos produtos

  • Plataforma Jurídico AI para advogados Para advogados e escritórios

    IA para geração de peças e acompanhamento de casos

    Redação de peças, pesquisa de jurisprudência, transcrição de audiências e acompanhamento de casos. Com o seu tom de voz e o seu timbrado.

    Conhecer o produto
  • Plataforma Jurídico AI para departamentos jurídicos Para departamentos jurídicos

    IA para gestão do contencioso trabalhista

    Análise de processos, identificação de riscos e automação das rotinas do jurídico interno.

    Conhecer o produto