Jurídico AI lança plataforma para gestão e inteligência do contencioso trabalhista para departamentos jurídicos.

Saiba mais
Direito Civil

Exceção de Incompetência no Processo Civil: Prazo e hipóteses de cabimento

Jamile Cruz Jamile Cruz 13/03/2026 12 minutos
A exceção de incompetência é o instrumento utilizado para questionar o juízo que recebeu a ação. Neste artigo, você vai compreender quando ela pode ser alegada, qual o prazo para apresentação e como funciona a incompetência territorial no processo civil.
Exceção de Incompetência no Processo Civil: Prazo e hipóteses de cabimento

Exceção de incompetência no processo civil é um tema que impacta diretamente a atuação estratégica do advogado e pode definir o rumo de uma demanda desde o início.

Nesse artigo vamos tratar sobre o conceito de exceção de incompetência, a diferença entre incompetência absoluta e relativa, o prazo para alegação, as hipóteses de cabimento e os reflexos no processo civil. 

Fique até o final e entenda quando e como alegar corretamente a incompetência para evitar prejuízos processuais.


O que é exceção de incompetência?

A exceção de incompetência é um meio de defesa processual utilizado para questionar a competência do juízo que recebeu a demanda. 

Em termos mais objetivos, trata-se do instrumento por meio do qual a parte sustenta que aquele órgão jurisdicional não possui atribuição legal para processar e julgar o caso concreto.

Assim, a discussão não envolve o mérito da causa, mas sim a definição de qual é o juízo competente. Essa distinção é fundamental, porque a competência está diretamente ligada à validade dos atos processuais e à própria regularidade do processo.

No âmbito do Código de Processo Civil, a matéria é disciplinada especialmente nos dispositivos que tratam da incompetência absoluta e relativa. O ponto de partida está no art. 64:

Art. 64, Lei nº 13.105/2015 – A incompetência, absoluta ou relativa, será alegada como questão preliminar de contestação.

O dispositivo evidencia que, sob a sistemática atual, a alegação de incompetência deve ser feita, como regra, em preliminar de contestação, superando a antiga lógica das exceções autônomas previstas no CPC de 1973.

Para compreender o tema com maior precisão, é importante também observar o art. 42 e 43 do CPC, que trata da regra de fixação da competência:

Art. 42, Lei nº 13.105/2015 –As causas cíveis serão processadas e decididas pelo juiz nos limites de sua competência, ressalvado às partes o direito de instituir juízo arbitral, na forma da lei.
Art. 43. Lei nº 13.105/2015 – Determina-se a competência no momento do registro ou da distribuição da petição inicial, sendo irrelevantes as modificações do estado de fato ou de direito ocorridas posteriormente, salvo quando suprimirem órgão judiciário ou alterarem a competência absoluta.

Esses dispositivos consagram o princípio da perpetuatio jurisdictionis, segundo o qual a competência é fixada no momento da propositura da ação, não se alterando por fatos supervenientes, salvo hipóteses excepcionais.

Ainda no art. 64, os parágrafos 1º, 2º, 3º e 4º complementam a disciplina da matéria:

Art. 64, § 1º, Lei nº 13.105/2015 – A eleição de foro somente produz efeito quando constar de instrumento escrito, aludir expressamente a determinado negócio jurídico e guardar pertinência com o domicílio ou a residência de uma das partes ou com o local da obrigação, ressalvada a pactuação consumerista, quando favorável ao consumidor.  

Art. 64, § 2º, Lei nº 13.105/2015 – O foro contratual obriga os herdeiros e sucessores das partes.

Art. 64, § 3º Lei nº 13.105/2015 – Antes da citação, a cláusula de eleição de foro, se abusiva, pode ser reputada ineficaz de ofício pelo juiz, que determinará a remessa dos autos ao juízo do foro de domicílio do réu.

Art. 64, § 4º Lei nº 13.105/2015 – Citado, incumbe ao réu alegar a abusividade da cláusula de eleição de foro na contestação, sob pena de preclusão.

Perceba que a incompetência absoluta possui regime mais rígido, podendo ser reconhecida a qualquer tempo, inclusive de ofício. Já a incompetência relativa, como regra, depende de provocação da parte interessada, sob pena de prorrogação da competência.

Nessa linha, o art. 65 do CPC dispõe:

Art. 65, Lei nº 13.105/2015 – Prorrogar-se-á a competência relativa se o réu não alegar a incompetência em preliminar de contestação.

Parágrafo único. A incompetência relativa pode ser alegada pelo Ministério Público nas causas em que atuar.

Ou seja, a ausência de alegação no momento processual adequado gera preclusão, consolidando a competência do juízo inicialmente escolhido.

JuridicoAI - Escreva peças processuais em minutos

Qual diferença entre incompetência absoluta e incompetência relativa?

Quando estudamos as regras de competência, precisamos partir de uma premissa básica: de todas as normas existentes, chegaremos a um único juízo competente para aquela ação. 

Não existe, como regra, uma liberdade irrestrita para propor “aqui ou ali”. Pode até haver margem de escolha em determinadas hipóteses, mas uma vez exercida, a competência fica fixada.

É justamente nesse ponto que se conecta o princípio da perpetuação da competência, previsto no art. 42 do Código de Processo Civil:

Art. 42, Lei nº 13.105/2015 – Determina-se a competência no momento do registro ou da distribuição da petição inicial, sendo irrelevantes as modificações do estado de fato ou de direito ocorridas posteriormente, salvo quando suprimirem órgão judiciário ou alterarem a competência absoluta.

Apesar dessa multiplicidade de fontes, todas as regras podem ser organizadas em cinco critérios fundamentais de competência:

Esses critérios são o ponto de partida para diferenciar a competência absoluta da competência relativa. Portanto confira abaixo: 

Os cinco critérios de competência

O critério territorial (foro) define o local onde a ação deve ser proposta: por exemplo, discutir se a demanda será ajuizada em Cascavel ou em Bauru.

O critério do valor da causa considera o montante econômico envolvido. Demandas de menor valor podem tramitar em juizados; causas de maior expressão financeira seguem para varas comuns.

O critério em razão da pessoa leva em conta quem figura no polo da demanda. Processos que envolvem a União, por exemplo, deslocam a competência para a Justiça Federal.

O critério em razão da matéria observa o conteúdo da controvérsia: família, sucessões, fazenda pública, falência, entre outros.

Por fim, o critério funcional diz respeito à distribuição interna de atribuições dentro do próprio Poder Judiciário. Um exemplo clássico é a ação rescisória, cuja competência é do tribunal, pois visa desconstituir decisão transitada em julgado.

Com esses critérios em mente, vamos fazer a diferenciação de competência absoluta e relativa: 

Competência absoluta

A competência absoluta é aquela fixada em razão de interesse público. Ela decorre, em regra, dos critérios:

  • Pessoa
  • Matéria
  • Função

Por tutelar a própria organização do Judiciário, a competência absoluta é inderrogável, ou seja, não pode ser modificada pela vontade das partes.

Suas principais características são:

  • Pode ser alegada a qualquer tempo e grau de jurisdição;
  • Pode ser reconhecida de ofício pelo juiz (art. 64, §1º, do CPC);
  • A decisão proferida por juízo absolutamente incompetente é nula.

Aqui está um ponto que merece atenção prática: a violação de regra de competência absoluta gera vício grave. 

Competência relativa

A competência relativa, por sua vez, é fixada em razão de interesse privado. Em regra, decorre dos critérios:

  • Território (foro)
  • Valor da causa

Nessas hipóteses, o sistema confere maior liberdade às partes. A incompetência relativa:

  • Deve ser alegada em preliminar de contestação;
  • Está sujeita à preclusão;
  • Pode ser modificada por foro de eleição, quando a lei permitir.

Se o réu não alegar a incompetência relativa no momento oportuno, ocorre a prorrogação da competência (art. 65 do CPC). Ou seja, o juízo inicialmente incompetente passa a ser considerado competente para aquele caso concreto.

Perceba, então, a diferença prática: tanto na competência absoluta quanto na relativa há incompetência quando a regra é violada. 

Contudo, o impacto processual é muito mais intenso na hipótese de violação de competência absoluta, justamente porque envolve interesse público e a própria estrutura jurisdicional.

Confira esse quadro resumo:

Competência absoluta e relativa


Quando alegar exceção de incompetência?

A exceção de competência,  especialmente quando se trata de incompetência relativa, deve ser alegada na primeira oportunidade em que a parte tiver para se manifestar nos autos. 

No procedimento comum, isso ocorre, em regra, em preliminar de contestação, conforme disciplina o art. 64 do Código de Processo Civil.

A lógica é objetiva: se a parte entende que o juízo não é territorialmente competente (ou que há vício de competência relativa), deve suscitar a questão imediatamente. Caso contrário, ocorre a preclusão temporal.

A preclusão temporal é o fenômeno processual que impede a parte de praticar um ato que poderia  ter sido realizado em momento anterior. 

Em matéria de competência relativa, isso significa que, se não houver alegação no momento adequado, perde-se o direito de discutir a incompetência posteriormente.

Essa limitação não é meramente formal ou “decorativa”. Ela está ligada à celeridade processual e à estabilidade das relações jurídicas, evitando que o processo avance por várias fases e, apenas depois, se questione o juízo competente.

Portanto, a ausência de alegação gera prorrogação da competência, consolidando o juízo inicialmente escolhido.

Por outro lado, quando se trata de competência absoluta, o regime é distinto. Por envolver matéria de ordem pública, ela não se sujeita à preclusão e pode ser alegada a qualquer tempo e grau de jurisdição, inclusive nas instâncias superiores.


Qual prazo para apresentar exceção de incompetência?

No procedimento regido pelo Código de Processo Civil, a alegação de incompetência relativa deve ser feita em preliminar de contestação, conforme estabelece o art. 64 deste Código.

Isso significa que o prazo para suscitar a exceção de competência acompanha o prazo da contestação, que é de 15 dias úteis, contados da citação válida do réu (art. 335 do CPC).

Portanto, a atenção ao marco inicial – a citação – é indispensável. A contagem correta do prazo pode definir se a matéria será apreciada ou se ficará definitivamente superada no processo.

Já em relação à competência absoluta, como já sinalizado, o regime é distinto: por se tratar de matéria de ordem pública, não há limitação temporal, podendo ser alegada a qualquer tempo e grau de jurisdição.

Não corra riscos em suas peças processuais! Use a Jurídico AI!

A exceção de incompetência, seja para discutir incompetência relativa no processo civil ou incompetência territorial na Justiça do Trabalho, exige atenção técnica. 

Um erro na identificação do juízo competente, no prazo ou na forma de alegação pode gerar preclusão ou até comprometer a estratégia processual.

É nesse cenário que contar com uma IA jurídica especializada faz diferença na rotina do advogado. Com o Chat Jurídico da Jurídico AI, você pode tirar dúvidas específicas sobre competência, confirmar fundamentos legais e revisar pontos sensíveis antes de protocolar sua peça.

Além disso, a plataforma permite gerar peças processuais personalizadas, ajustadas ao caso concreto, com base na legislação e na estrutura adequada. Em temas como exceção de incompetência,  que envolvem prazo, técnica e estratégia,  ter esse apoio reduz riscos e aumenta a segurança na atuação profissional.

Teste grátis a melhor inteligência artificial para advogados!

JuridicoAI - Escreva peças processuais em minutos

O que significa exceção de incompetência?

É o meio de defesa processual utilizado para questionar a competência do juízo que recebeu a demanda, quando a parte entende que aquele órgão não possui atribuição legal para processar e julgar o caso.

A exceção de incompetência discute o mérito da causa?

Não, a discussão envolve apenas a definição do juízo competente, e não o conteúdo do direito material discutido na ação.

O que diz o artigo 64 do CPC?

O art. 64 do CPC estabelece que a incompetência, absoluta ou relativa, deve ser alegada como questão preliminar de contestação.

O que é incompetência absoluta?

É aquela fixada em razão de interesse público, normalmente ligada aos critérios de pessoa, matéria e função. Pode ser alegada a qualquer tempo e grau de jurisdição e pode ser reconhecida de ofício pelo juiz.

O que é incompetência relativa?

É aquela fixada em razão de interesse privado, geralmente ligada ao território (foro) e ao valor da causa. Deve ser alegada em preliminar de contestação, sob pena de preclusão.

O que acontece se a incompetência relativa não for alegada no momento correto?

Ocorre preclusão, e a competência se prorroga, consolidando o juízo inicialmente escolhido.

Qual é o prazo para apresentar exceção de incompetência no processo civil?

O prazo é de 15 dias úteis, contados da citação, pois a alegação deve ser feita em preliminar de contestação.

Jamile Cruz Jamile Cruz 13/03/2026

Graduanda em Direito e Marketing, pós-graduada em Direito Civil e Direito Digital. Possui experiência na redação de peças processuais, produção de conteúdo jurídico e SEO. É pesquisadora na área de Inteligência Artificial e Direito, com interesse nos impactos e desafios da tecnologia no sistema de Justiça. Inscrita na OAB/BA como estagiária, sob o nº 33984E

Notícias mais lidas

Direito Civil

  1. 1 Art. 231 do CPC: quando começa o prazo nas citações e intimações 07/10/26 → Ler artigo
  2. 2 Art. 85 do CPC: entenda os honorários de sucumbência! 07/10/26 → Ler artigo
  3. 3 Art. 487 do CPC: o que analisar na decisão de mérito? 07/10/26 → Ler artigo
  4. 4 Lei 9.099/95: principais artigos e como funcionam os Juizados Especiais 07/10/26 → Ler artigo
  5. 5 Art. 784 do CPC: o que conferir antes de executar uma dívida? 07/10/26 → Ler artigo
  6. 6 Estatuto do Idoso: quais são os direitos garantidos? 07/10/26 → Ler artigo
  7. 7 Juntada de petição: como analisar o processo e preparar a manifestação 07/10/26 → Ler artigo
  8. 8 Acordos judiciais: cláusulas essenciais para prevenir novos conflitos 07/10/26 → Ler artigo
  9. 9 38 anos da Constituição Federal: uma história de democracia e direitos 05/10/26 → Ler artigo
  10. 10 STF cria novas regras para petições em processos em andamento 02/10/26 → Ler artigo

Direito Penal

  1. 1 Art. 121 do Código Penal: entenda o homicídio e suas principais modalidades 07/10/26 → Ler artigo
  2. 2 Art. 157 do CP: roubo majorado, latrocínio e teses de defesa 07/10/26 → Ler artigo
  3. 3 Alegações finais no CPP: prazos e como elaborar 01/10/26 → Ler artigo
  4. 4 Cárcere privado: requisitos, penas e atuação do advogado 30/09/26 → Ler artigo
  5. 5 Legítima defesa: requisitos, excesso e atuação do advogado 29/09/26 → Ler artigo
  6. 6 Réu primário: o que significa e como afeta o processo penal? 21/09/26 → Ler artigo
  7. 7 Dosimetria da pena: como calcular as três fases e evitar erros 21/09/26 → Ler artigo
  8. 8 Lei nº 7.492/1986: Crimes contra o Sistema Financeiro Nacional 14/09/26 → Ler artigo
  9. 9 Contagem de Prazo no CPP: Como funciona? 09/09/26 → Ler artigo
  10. 10 Direito Penal: 5 modelos essenciais para atuação 02/09/26 → Ler artigo

Notícias sobre Direito

  1. 1 Penhora de salário: STJ admite medida para pagar dívidas não alimentares 02/10/26 → Ler artigo
  2. 2 STJ aprova novas custas judiciais: veja valores para 2027 26/09/26 → Ler artigo
  3. 3 Lula assina MP que proíbe bets: veja os prazos e como recuperar o dinheiro 26/09/26 → Ler artigo
  4. 4 Anac atualiza regras para atraso e cancelamento de voos 24/09/26 → Ler artigo
  5. 5 STF equipara licença-maternidade de mães biológicas e adotivas: o que muda? 24/09/26 → Ler artigo
  6. 6 TST define quando trabalhador pode perder direito de cobrar dívida trabalhista 23/09/26 → Ler artigo
  7. 7 CNJ adia para 2027 novas regras para acelerar execuções judiciais 22/09/26 → Ler artigo
  8. 8 STJ define critérios para devolução em dobro de cobrança indevida [Tema 929] 17/09/26 → Ler artigo
  9. 9 Anuidade da OAB pode ser limitada a R$ 250? Entenda o projeto 17/09/26 → Ler artigo
  10. 10 TST autoriza pagamento de custas sem ser no Banco do Brasil e na Caixa 17/09/26 → Ler artigo

Jurídico

  1. 1 O que significa processo concluso para julgamento? 07/10/26 → Ler artigo
  2. 2 Como preparar o cliente para audiência: orientações para advogados 06/10/26 → Ler artigo
  3. 3 Gestão financeira para advogados: como organizar o escritório 06/10/26 → Ler artigo
  4. 4 Constituição Federal: artigos essenciais para a prática jurídica 05/10/26 → Ler artigo
  5. 5 Jurídico Academy: aulas ao vivo sobre IA para advogados e escritórios 02/10/26 → Ler artigo
  6. 6 CNPJ técnico para advogados: quem precisa e o que muda em 2027 01/10/26 → Ler artigo
  7. 7 Como dividir as tarefas em um escritório de advocacia 30/09/26 → Ler artigo
  8. 8 Tipografia jurídica: como criar petições claras e bem organizadas 29/09/26 → Ler artigo
  9. 9 Escritório inteligente: o que é e como funciona na advocacia 27/09/26 → Ler artigo
  10. 10 Skills do Claude para advogados: 5 skills prontas para copiar e usar 25/09/26 → Ler artigo

Recentemente publicadas

  • Capa sobre o art. 231 do CPC e o início do prazo processual, com calendário, relógio e documentos nas laterais.
    Direito Civil

    Art. 231 do CPC: quando começa o prazo nas citações e intimações

    Confira o início dos prazos em cada forma de comunicação e conheça o monitoramento da Jurídico AI para acompanhar movimentações e organizar suas pendências.

    → Ler artigo
    7 out, 2026
  • O que significa processo concluso para julgamento
    Jurídico

    O que significa processo concluso para julgamento?

    Processo concluso para julgamento significa que os autos foram encaminhados ao juiz para análise. Entenda o que acontece nessa etapa e como acompanhar o caso.

    → Ler artigo
    7 out, 2026
  • Art. 85 do CPC os honorários de sucumbência
    Direito Civil

    Art. 85 do CPC: entenda os honorários de sucumbência!

    Entenda como o art. 85 CPC regula o honorário sucumbenciais. Nossa análise completa traz tudo o que você precisa saber sobre esse tema.

    → Ler artigo
    7 out, 2026
  • Homicídio doloso
    Direito Penal

    Art. 121 do Código Penal: entenda o homicídio e suas principais modalidades

    Entenda o homicídio doloso, tipos de dolo e diferenças com outros crimes. Descubra atenuantes e aspectos legais essenciais.

    → Ler artigo
    7 out, 2026
  • Capa sobre o art. 487 do CPC, com documento destacado em roxo, caneta e notebook exibindo uma análise documental.
    Direito Civil

    Art. 487 do CPC: o que analisar na decisão de mérito?

    Confira o que analisar na decisão de mérito antes de recorrer e veja como a Jurídico AI pode ajudar a enfrentar os fundamentos e elaborar a peça adequada.

    → Ler artigo
    7 out, 2026

Modelos Jurídicos

Veja mais
  • 6 out, 2026
    Modelo de Alegações Finais Orais e Remissivas Cível

    Modelo de Alegações Finais Orais e Remissivas Cível

    Modelo de Alegações Finais Orais e Remissivas Cível para sintetizar teses e provas após a instrução processual, com opções para autor e réu.

    → Ler artigo
  • 6 out, 2026
    Modelo de Agravo Interno Trabalhista

    Modelo de Agravo Interno Trabalhista

    Modelo de Agravo Interno Trabalhista para impugnar decisão monocrática de relator em Tribunal do Trabalho, buscando retratação ou julgamento pelo órgão colegiado.

    → Ler artigo
  • 6 out, 2026
    Modelo de Agravo de Instrumento contra Alimentos Provisórios

    Modelo de Agravo de Instrumento contra Alimentos Provisórios

    Modelo de Agravo de Instrumento contra Alimentos Provisórios para impugnar decisões interlocutórias e reduzir a verba alimentar com base na capacidade financeira do alimentante.

    → Ler artigo

Nossos produtos

  • Plataforma Jurídico AI para advogados Para advogados e escritórios

    IA para geração de peças e acompanhamento de casos

    Redação de peças, pesquisa de jurisprudência, transcrição de audiências e acompanhamento de casos. Com o seu tom de voz e o seu timbrado.

    Conhecer o produto
  • Plataforma Jurídico AI para departamentos jurídicos Para departamentos jurídicos

    IA para gestão do contencioso trabalhista

    Análise de processos, identificação de riscos e automação das rotinas do jurídico interno.

    Conhecer o produto